terça-feira, 26 de abril de 2011

biogafia de Friedrich Schonbein

     


    Químico germânico-suíço nascido em Metzingen, Swabia, professor na Universidade de Basiléia, descobriu, entre outras substâncias e compostos, o ozônio (1839) e a nitrocelulose (1846), porém sem patenteá-la. Foi professor em Epsom, Inglaterra, antes de ir para a Universidade de Basiléia, Suíça (1828), onde se tornou professor de química e de física (1835). Na Universidade de Basiléia, tratou o algodão com ácido nítrico e produziu a nitrocelulose (1846), um composto altamente inflamável também chamado de algodão-pólvora, mas não patenteou sua descoberta e sua autoria é geralmente atribuída ao inglês Alexander Parker (1861). Morreu em Sauersberg, perto de Baden-Baden. O químico suíço observou que o odor notado quando se produziam descargas elétricas na atmosfera era similar àquele notado quando a água era decomposta por uma corrente voltaica. Então acreditou que esse odor poderia ser atribuído à existência de um gás atmosférico de odor peculiar. A esse gás atribuiu o nome ozônio, da palavra grega para cheiro: ozein. O ozônio é um gás produzido naturalmente na atmosfera terrestre, reativo e capaz de oxidar metais como ferro, chumbo e arsênico. A descoberta de que o ozônio pode despolarizar eletrodos de platina foi a principal motivação para que o mesmo começasse a ser estudado e medido com maior atenção. Em seguida, ele concluiu que o ozônio tinha um papel ainda mais importante, utilizando-o como um eficaz desinfetante durante epidemias infecciosas.

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